Thimbleweed Park

Thimbleweed Park é uma aventura gráfica que recupera no mínimo a essência dos clássicos. Do mesmo criador de Maniac Mansion e The Secret of Monkey Island

10/10 (2 Votos)

Tem um nome que escrevemos em maiúsculas quando falamos da chamada Idade de Ouro das Aventuras Gráficas. Não é outro senão Ron Gilbert, responsável de emblemáticos títulos como roteirista e programador à de Maniac Mansion 1 e 2 (Day Of The Tentacle) e The Secret of Monkey Island 1 e 2, entre outros. Que foi colega de trabalho do estúdio Lucasfilm Games (mais tarde LucasArts) Gary Winnick agora novamente de volta com uma aventura gráfica perfeita para os nostálgicos: Thimbleweed Park.

A melhor aventura gráfica dos anos 80-90 do século XXI.

É um videogame que nos transporta no ano 1987 e onde um casal de detectives investiga um cadáver pixelizado debaixo da ponte. Uma cidade abandonada, população: 80 malucos, cada um pior da cabeça, onde viveremos uma história que inevitavelmente vai nos lembrar sucessos da TV como Arquivo X e Twin Peaks.

Ao longo do game teremos que dirigir a investigação controlando os diferentes personagens, cada um executando algumas ações… É familiar para você isso de Maniac Mansion e DOTT, não mesmo? Situações absurdas e piadas cada dois minutos que nos lembrar sem dúvida as aventuras gráficas clássicas que trouxeram para gente bons momentos.

SCUMM, pixels e 5 personagens para controlar

Não é necessário que falemos para você o que SCUMM, não é? Bom, talvez sim: é uma abreviação de Script Creation Utility for Maniac Mansion. Mas talvez para alguns esse nome não diga nada, mas se falamos que é o sistema de controle que inaugurou essa aventura gráfica, seguido depois por muitos títulos, que consistia nessa interface de jogo em cujo canto inferior tínhamos uma lista de verbos que eram as ações para executar pelo personagem, além do inventário dos objetos, talvez diga algo para você. Esse aqui é o sistema de controle utilizado.

Pois o SCUMM consegue nos transportar 25 ou 30 anos atrás porque é uma aventura point and click como manda o figurino. Bom, por isso e por seus gráficos cuidadosamente pixelizados (pixels que exploram as capacidades gráficas de hoje em dia, não tem relação com os cartões CGA ou VGA do passado).

No jogo, como comentávamos, iremos controlar cinco personagens com nada em comum, foram atraídas para esta cidade abandonada, em ruínas. Eles ainda não sabem, mas estão todos profundamente conectados no caso. Cada um é treinado para executar uma série de tarefas e ações, necessárias para passar o jogo:

  • Para quem realmente trabalha o agente Ray? Ele vai conseguir o que realmente quer?
  • O que o novato agente Reyes esconde sobre o incêndio há 20 anos atrás?
  • O fantasma Frankiln, voltará a falar com sua filha?
  • Será que o palhaço Ransome se tornará uma pessoa decente?
  • Será que Delores, uma aspirante a desenvolvedora de jogos desistirá de seus sonhos e ficará com sua família?
  • E o mais importante: por que ninguém se importa com o cadáver?

Todos eles estão envolvidos em uma história cheia de mistério e humor, muito esperado pelos fãs de aventuras gráficas e que finalmente viram chegar seu lançamento. Foi um projeto que gerou nos desenvolvedores dúvidas desde um início mas graças a uma campanha de crowdfunding finalmente foi materializado.

Áudio em inglês e legendas em cinco línguas (menos o português) é um game pago. Está disponível para o Windows desde Steam prévio pagamento de R$ 77,45 reais, embora também tenha versões para o Mac, Linux e Xbox. Desconhecemos se terá para PS4, em formato APK para smartphones e tablets Android ou para dispositivos iOS iPhone e iPad.

Requisitos e informação adicional:
  • Requir Windows 7 ou superior.
  • É um game pago através de Steam.
10/10
Terrible Toybox, Inc.
Este ano
Este ano
976,6 MB

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